Avaliação Patrimonial

Quando imaginamos saber o verdadeiro valor de um bem, devemos tratar isto de forma clara e objetiva.

As avaliações patrimoniais definem o rumo a seguir, a tomada de decisão na hora de colocar um bem em alguma transação que envolva uma garantia hipotecária, financiamento, dação em pagamento, etc.

Quando avaliamos um bem, temos a responsabilidade de atribuirmos o valor justo, o valor Real e, para isso, uma série de fatores nos dão a convicção para chegar ao resultado final, ou seja, o valor correto do ativo.

A engenharia de avaliações tem como premissa a elaboração de laudos técnicos de avaliação, sendo ela responsável pela atribuição dos valores a serem buscados. Cabe ao Engenheiro e/ou arquiteto, a formação destes números através formatação da avaliação seguindo as diretrizes preconizadas pela Norma Brasileira de Avaliações, a NBR 14653.

Eticamente falando, quem avalia não deve transacionar os bens avaliados, ou ter qualquer interesse direto ou indireto sobre aquele imóvel ou móvel, resguardando assim, quaisquer que sejam as tendências à manipulação dos resultados.

Quando for avaliar seu bem, pense com carinho. Contrate uma empresa especializada, não aceite opiniões não fundamentadas ou de profissionais não habilitados para esta finalidade. Cuide bem de seu patrimônio.

Gestão do Patrimônio da Avalor

No serviço de Controle e Gestão Patrimonial – Avaliação Patrimonial – a Avalor disponibiliza aos seus parceiros e clientes as melhores práticas de gestão:

Consultoria dedicada na implantação de Gestão Patrimonial Contábil e de Seguros (Sistemas Integrados ao ERP);

Inventário físico cotejando os bens por Centros de Responsabilidade, local, posição, departamentos, assim por diante;

Emplaquetamento dos bens de conteúdo, utilizando etiquetas com código de barras e/ou numeradas, chips, tags especiais, etc.;

Descritivo técnico de cada item do patrimônio;

Conciliação físico e contábil;

Ajustes de sobras físicas x contábeis;

Reconstituição contábil visando as seguintes resoluções fiscais.

IN 68/86, CIAP, PIS/COFINS, FASB, IAS 16, FISCO, etc.

Diretrizes a serem tomadas de acordo com os impactos fiscais relacionados à Administração do Patrimônio.

Definições técnicas para determinação da vida útil remanescente.

Engenharia de Avaliações – Gestão Patrimonial – CREA/CONFEA

Todo o conceito de trabalho está baseado de acordo com as leis do sistema CONFEA, dentro das habilitações profissionais de cada execução.

A Avaliação patrimonial tem o objetivo de estabelecer os valores de reposição, depreciação e mercado de todos os bens móveis e imóveis que fazem parte do patrimônio da empresa, para a determinação do valor global do Ativo Imobilizado.

A Avaliação Patrimonial é fundamentada seguindo na íntegra as normas vigentes determinadas pela ABNT, a partir de metodologia específica utilizando os valores dos bens que agregam o patrimônio da entidade. O produto deste estudo são os laudos técnicos.

Toda e qualquer avaliação, deve ser fundamentada e desenvolvida através de diversos métodos usuais com nível de precisão e fundamentação.

ALGUMAS APLICAÇÕES: adequação ao IFRS, seguros, fusões, cisões, incorporações, financiamentos, teste de impairment (impairment test, ou ainda recuperabilidade), vida útil, valor econômico, renovatórias de aluguel, fundo de comércio, marcas e patentes, entre outras.

AJUSTES NA AVALIAÇÃO PATRIMONIAL

Segundo a lei 11.638, que veio alterar alguns dispositivos da lei 6.404/76, essa lei resulta a integralização do conceito Internacional para o Brasil, fazem uma única lei para todos.

A conta ajuste de avaliação patrimonial deve ser considerada como uma correção do valor de elementos do ativo e do passivo para melhor visualização patrimonial, com relação a seu valor de reposição, ou valor justo.

O objetivo deste Pronunciamento é estabelecer os requisitos básicos a serem observados quando da apuração do Ajuste a Valor Presente de elementos do ativo e do passivo quando da elaboração de demonstrações contábeis, dirimindo algumas questões controversas advindas de tal procedimento, do tipo:

Se a adoção do ajuste a valor presente é aplicável tão somente a fluxos de caixa contratados ou se, porventura, seria aplicada também a fluxos de caixa estimados ou esperados;

Em que situações são requeridas a adoção do ajuste a valor presente de ativos e passivos, se no momento de registro inicial de ativos e passivos, se na mudança da base de avaliação de ativos e passivos, ou se em ambos os momentos;

Se passivos não contratuais, como aqueles decorrentes de obrigações não formalizadas ou legais, são alcançados pelo ajuste a valor presente;

Qual a taxa apropriada de desconto p/para um ativo ou um passivo e quais os cuidados necessários para se evitarem distorções de cômputo e viés;

Qual o método de alocação de descontos (juros) recomendado;

Se o ajuste a valor presente deve ser efetivado líquido de efeitos fiscais.